Em pleno interior do Estado do Ceará, corpos se fazem eruditos desenvolvendo uma Dança singular, própria da Região do Vale do Curu, resultante das investigações incansáveis dos bailarinos-intérpretes-criadores, professores de dança e arte-educadores atuantes na companhia de Dança Ballet Baião e nos diversos projetos sócio-educativos existentes no Município de Itapipoca.
A Cia de Dança Experimental Ballet Baião, existente há 15 anos na cidade de Itapipoca, é pioneira na idealização e produção de Dança Cênica no município e em toda a região, bem como precursora de sistematizações metodológicas na área de ensino da Dança Cênica em Itapipoca.
Esse projeto de trabalho passou a ter maior significação e respaudo quando a Cia Ballet Baião juntamente com grupos de Teatro, músicos, artistas plásticos, pesquisadores e arte-educadores do MARCA (Movimento de Artistas da Caminhada) fundaram a Associação de Artes Cênicas de Itapipoca – AARTI, entidade jurídica, sem fins lucrativos que integra, articula e mobiliza os núcleos de artes cênicas em torno de ações conjuntas, tendo como metas principais a formação técnica, a pesquisa sistematizada, criação, produção e circulação de espetáculos, bem como a intervenção na realidade concreta da comunidade suscitando a construção da cidadania via protagonismo juvenil.
Antes de ser entidade jurídica já era característica do Ballet Baião a preocupação em desenvolver vivências de cunho educacional com o público jovem através de oficinas e cursos para grupos pertencentes a escolas e projetos sociais. Enquanto associação tornou-se possível edificar um nova proposta que iria responder com mais eficácia às necessidades dos jovens que almejam aprofundar danças cênicas de forma continuada: É criada a Escola de Dança Ballet Baião!
A partir de julho de 2004 iniciou-se a primeira turma integrando adolescentes em situação de risco dos bairros Violete, Cruzeiro e Ladeira. As aulas passaram a acontecer sempre as terças e quintas-feiras, de 9h as 11h30 na sede do Ballet Baião (galpão que faz parte da residência de Gerson Moreno, diretor da companhia). De acordo com a disponibilidade dos bailarinos, foi traçado um revezamento de aulas que seriam dadas voluntariamente. Desta maneira todos os bailarinos da Cia, principalmente os pedagogos e arte-educadores: Edileusa Inácio, Vaneila Ramos, Glaciel Farias, Roniele de Souza, Cacheado Braga e Gerson Moreno, puderam experimentar na prática o que vem sendo teorizado sobre o ensino e construção de dança infanto-juvenil. Essa experiência que surgiu sem grandes pretensões tornou-se fundamental para o Ballet Baião, para a Associação de Artes Cênicas de Itapipoca e, sobretudo para os jovens assistidos. Criou-se através da Escola de Dança um canal direto de “troca” com a comunidade e uma possibilidade palpável de inclusão social pela construção do conhecimento.
Em meio à conjuntura mercantilista que atrofia e castra os potenciais artísticos das crianças e adolescentes, essa escola se propõe e dar uma resposta eficaz de compromisso e adesão à pesquisa, estudo e produção artística.
Somar esforços, trabalhar em parceria com pessoas e entidades que apostem nesse trabalho é a grande ânsia que move atualmente a Cia Ballet Baião e a Associação de Artes Cênicas de Itapipoca. Entra nesse panorama a Escola estadual de Ensino profissional Rita Aguiar Barbosa – EEEP, LICEU Itapipoca, como espaço propício para a ampliação, fortalecimento e difusão desse projeto. Na qualidade de professor de arte-educação do LICEU Itapipoca, Gerson Moreno (Diretor da Escola de Dança Ballet Baião e presidente da AARTI) se dispõe a coordenar e contribuir com um novo processo de ensino-aprendizagem de dança em vínculo e parceria com o EEEP, agregando adolescentes que já são assistidos pela AARTI e novos alunos que passaram a estudar no referido Liceu.
Esse projeto de trabalho passou a ter maior significação e respaudo quando a Cia Ballet Baião juntamente com grupos de Teatro, músicos, artistas plásticos, pesquisadores e arte-educadores do MARCA (Movimento de Artistas da Caminhada) fundaram a Associação de Artes Cênicas de Itapipoca – AARTI, entidade jurídica, sem fins lucrativos que integra, articula e mobiliza os núcleos de artes cênicas em torno de ações conjuntas, tendo como metas principais a formação técnica, a pesquisa sistematizada, criação, produção e circulação de espetáculos, bem como a intervenção na realidade concreta da comunidade suscitando a construção da cidadania via protagonismo juvenil.
Antes de ser entidade jurídica já era característica do Ballet Baião a preocupação em desenvolver vivências de cunho educacional com o público jovem através de oficinas e cursos para grupos pertencentes a escolas e projetos sociais. Enquanto associação tornou-se possível edificar um nova proposta que iria responder com mais eficácia às necessidades dos jovens que almejam aprofundar danças cênicas de forma continuada: É criada a Escola de Dança Ballet Baião!
A partir de julho de 2004 iniciou-se a primeira turma integrando adolescentes em situação de risco dos bairros Violete, Cruzeiro e Ladeira. As aulas passaram a acontecer sempre as terças e quintas-feiras, de 9h as 11h30 na sede do Ballet Baião (galpão que faz parte da residência de Gerson Moreno, diretor da companhia). De acordo com a disponibilidade dos bailarinos, foi traçado um revezamento de aulas que seriam dadas voluntariamente. Desta maneira todos os bailarinos da Cia, principalmente os pedagogos e arte-educadores: Edileusa Inácio, Vaneila Ramos, Glaciel Farias, Roniele de Souza, Cacheado Braga e Gerson Moreno, puderam experimentar na prática o que vem sendo teorizado sobre o ensino e construção de dança infanto-juvenil. Essa experiência que surgiu sem grandes pretensões tornou-se fundamental para o Ballet Baião, para a Associação de Artes Cênicas de Itapipoca e, sobretudo para os jovens assistidos. Criou-se através da Escola de Dança um canal direto de “troca” com a comunidade e uma possibilidade palpável de inclusão social pela construção do conhecimento.
Em meio à conjuntura mercantilista que atrofia e castra os potenciais artísticos das crianças e adolescentes, essa escola se propõe e dar uma resposta eficaz de compromisso e adesão à pesquisa, estudo e produção artística.
Somar esforços, trabalhar em parceria com pessoas e entidades que apostem nesse trabalho é a grande ânsia que move atualmente a Cia Ballet Baião e a Associação de Artes Cênicas de Itapipoca. Entra nesse panorama a Escola estadual de Ensino profissional Rita Aguiar Barbosa – EEEP, LICEU Itapipoca, como espaço propício para a ampliação, fortalecimento e difusão desse projeto. Na qualidade de professor de arte-educação do LICEU Itapipoca, Gerson Moreno (Diretor da Escola de Dança Ballet Baião e presidente da AARTI) se dispõe a coordenar e contribuir com um novo processo de ensino-aprendizagem de dança em vínculo e parceria com o EEEP, agregando adolescentes que já são assistidos pela AARTI e novos alunos que passaram a estudar no referido Liceu.
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