Primeira Aula no liceu de Itapipoca
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Em pleno interior do Estado do Ceará, corpos se fazem eruditos desenvolvendo uma Dança singular, própria da Região do Vale do Curu, resultante das investigações incansáveis dos bailarinos-intérpretes-criadores, professores de dança e arte-educadores atuantes na companhia de Dança Ballet Baião e nos diversos projetos sócio-educativos existentes no Município de Itapipoca.
A Cia de Dança Experimental Ballet Baião, existente há 15 anos na cidade de Itapipoca, é pioneira na idealização e produção de Dança Cênica no município e em toda a região, bem como precursora de sistematizações metodológicas na área de ensino da Dança Cênica em Itapipoca.
Esse projeto de trabalho passou a ter maior significação e respaudo quando a Cia Ballet Baião juntamente com grupos de Teatro, músicos, artistas plásticos, pesquisadores e arte-educadores do MARCA (Movimento de Artistas da Caminhada) fundaram a Associação de Artes Cênicas de Itapipoca – AARTI, entidade jurídica, sem fins lucrativos que integra, articula e mobiliza os núcleos de artes cênicas em torno de ações conjuntas, tendo como metas principais a formação técnica, a pesquisa sistematizada, criação, produção e circulação de espetáculos, bem como a intervenção na realidade concreta da comunidade suscitando a construção da cidadania via protagonismo juvenil.
Antes de ser entidade jurídica já era característica do Ballet Baião a preocupação em desenvolver vivências de cunho educacional com o público jovem através de oficinas e cursos para grupos pertencentes a escolas e projetos sociais. Enquanto associação tornou-se possível edificar um nova proposta que iria responder com mais eficácia às necessidades dos jovens que almejam aprofundar danças cênicas de forma continuada: É criada a Escola de Dança Ballet Baião!
A partir de julho de 2004 iniciou-se a primeira turma integrando adolescentes em situação de risco dos bairros Violete, Cruzeiro e Ladeira. As aulas passaram a acontecer sempre as terças e quintas-feiras, de 9h as 11h30 na sede do Ballet Baião (galpão que faz parte da residência de Gerson Moreno, diretor da companhia). De acordo com a disponibilidade dos bailarinos, foi traçado um revezamento de aulas que seriam dadas voluntariamente. Desta maneira todos os bailarinos da Cia, principalmente os pedagogos e arte-educadores: Edileusa Inácio, Vaneila Ramos, Glaciel Farias, Roniele de Souza, Cacheado Braga e Gerson Moreno, puderam experimentar na prática o que vem sendo teorizado sobre o ensino e construção de dança infanto-juvenil. Essa experiência que surgiu sem grandes pretensões tornou-se fundamental para o Ballet Baião, para a Associação de Artes Cênicas de Itapipoca e, sobretudo para os jovens assistidos. Criou-se através da Escola de Dança um canal direto de “troca” com a comunidade e uma possibilidade palpável de inclusão social pela construção do conhecimento.
Em meio à conjuntura mercantilista que atrofia e castra os potenciais artísticos das crianças e adolescentes, essa escola se propõe e dar uma resposta eficaz de compromisso e adesão à pesquisa, estudo e produção artística.
Somar esforços, trabalhar em parceria com pessoas e entidades que apostem nesse trabalho é a grande ânsia que move atualmente a Cia Ballet Baião e a Associação de Artes Cênicas de Itapipoca. Entra nesse panorama a Escola estadual de Ensino profissional Rita Aguiar Barbosa – EEEP, LICEU Itapipoca, como espaço propício para a ampliação, fortalecimento e difusão desse projeto. Na qualidade de professor de arte-educação do LICEU Itapipoca, Gerson Moreno (Diretor da Escola de Dança Ballet Baião e presidente da AARTI) se dispõe a coordenar e contribuir com um novo processo de ensino-aprendizagem de dança em vínculo e parceria com o EEEP, agregando adolescentes que já são assistidos pela AARTI e novos alunos que passaram a estudar no referido Liceu.
Esse projeto de trabalho passou a ter maior significação e respaudo quando a Cia Ballet Baião juntamente com grupos de Teatro, músicos, artistas plásticos, pesquisadores e arte-educadores do MARCA (Movimento de Artistas da Caminhada) fundaram a Associação de Artes Cênicas de Itapipoca – AARTI, entidade jurídica, sem fins lucrativos que integra, articula e mobiliza os núcleos de artes cênicas em torno de ações conjuntas, tendo como metas principais a formação técnica, a pesquisa sistematizada, criação, produção e circulação de espetáculos, bem como a intervenção na realidade concreta da comunidade suscitando a construção da cidadania via protagonismo juvenil.
Antes de ser entidade jurídica já era característica do Ballet Baião a preocupação em desenvolver vivências de cunho educacional com o público jovem através de oficinas e cursos para grupos pertencentes a escolas e projetos sociais. Enquanto associação tornou-se possível edificar um nova proposta que iria responder com mais eficácia às necessidades dos jovens que almejam aprofundar danças cênicas de forma continuada: É criada a Escola de Dança Ballet Baião!
A partir de julho de 2004 iniciou-se a primeira turma integrando adolescentes em situação de risco dos bairros Violete, Cruzeiro e Ladeira. As aulas passaram a acontecer sempre as terças e quintas-feiras, de 9h as 11h30 na sede do Ballet Baião (galpão que faz parte da residência de Gerson Moreno, diretor da companhia). De acordo com a disponibilidade dos bailarinos, foi traçado um revezamento de aulas que seriam dadas voluntariamente. Desta maneira todos os bailarinos da Cia, principalmente os pedagogos e arte-educadores: Edileusa Inácio, Vaneila Ramos, Glaciel Farias, Roniele de Souza, Cacheado Braga e Gerson Moreno, puderam experimentar na prática o que vem sendo teorizado sobre o ensino e construção de dança infanto-juvenil. Essa experiência que surgiu sem grandes pretensões tornou-se fundamental para o Ballet Baião, para a Associação de Artes Cênicas de Itapipoca e, sobretudo para os jovens assistidos. Criou-se através da Escola de Dança um canal direto de “troca” com a comunidade e uma possibilidade palpável de inclusão social pela construção do conhecimento.
Em meio à conjuntura mercantilista que atrofia e castra os potenciais artísticos das crianças e adolescentes, essa escola se propõe e dar uma resposta eficaz de compromisso e adesão à pesquisa, estudo e produção artística.
Somar esforços, trabalhar em parceria com pessoas e entidades que apostem nesse trabalho é a grande ânsia que move atualmente a Cia Ballet Baião e a Associação de Artes Cênicas de Itapipoca. Entra nesse panorama a Escola estadual de Ensino profissional Rita Aguiar Barbosa – EEEP, LICEU Itapipoca, como espaço propício para a ampliação, fortalecimento e difusão desse projeto. Na qualidade de professor de arte-educação do LICEU Itapipoca, Gerson Moreno (Diretor da Escola de Dança Ballet Baião e presidente da AARTI) se dispõe a coordenar e contribuir com um novo processo de ensino-aprendizagem de dança em vínculo e parceria com o EEEP, agregando adolescentes que já são assistidos pela AARTI e novos alunos que passaram a estudar no referido Liceu.
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