domingo, 29 de janeiro de 2012

Folia de todos os ritmos: Carnaval de quintal!!!



Arte Caseira 2012 recomeçando com festa e alegria!

O Galpão da Cena de Itapipoca recomeça suas atividades abrindo suas portas pra o pré-carnaval mais bafom da cidade: FOLIA DE TODOS OS RITMOS – CARNAVAL DE QUINTAL!
Agende: Dia 10 de Fevereiro vai ter algazarra, fantasia e muito suingue brasileiro pra se dançar e curtir!!! Prepare seu look mais indiscreto, sua maquiagem mais boca de confusão, acredite na lantejoula e no gliter e traga sua galera lindamente!!!
E de quebra: Bar com diversas opções de bebidas quentes e geladas, petiscos, pista de dança com DJ e performances com convidados!

Pra entrar: R$ 2,00
Começa: a partir das 21h30

Promoção: Associação de Artes Cênicas de Itapipoca/Balé Baião/Bloco Afro Baião.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012



PROGRAMAÇÃO DE ENSAIOS DOS NÚCLEOS QUE COMPÕEM O BLOCO (1a Etapa: ensaios separados):

Grupo de Percussão "Ponta de Lança"/EEE Pedro Teixeira Barroso
(Cruzeiro/Maranhão)/De Segunda a sexta/15h às 17h/Coordenação - Marcelo Alcântara e Viana Júnior/ Foco: Músicas e cantos a serem apresentados na avenida.

Grupos de Dança do ABC Padrão e Pólo de Atendimento/Auditórios do ABC Padrão e Pólo de Atendimento(Centro)/Segundas quartas e sextas/De 16h às 18h/Coordenação - Edilene Soriano e Vaneila Ramos/ Foco:Coreografia de Dança Afro a ser apresentada na avenida.

Balé Baião Jovem e Escola de Dança Balé Baião/Galpão da Cena (Coqueiro)/Segundas quartas e sextas/De 17h às 19h/ Coordenação - Edileusa Inácio e Nirla Maria/ Foco:Coreografia de Dança Afro a ser apresentada na avenida.

AABB Comunidade, SOPRAFI, ACAFI e demais escolas públicas de Itapipoca/Galpão da Cena (Coqueiro)/Segundas terças e quartas/De 14h às 17h/ Coordenação - Renato Oliveira e Ana Rita/ Foco:Coreografia de Dança Afro a ser apresentada na avenida.

Mais informações: Gerson Moreno/ (88)92156569 ou (88) 99775454.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

BLOCO AFRO BAIÃO
A folia da miscigenação brasileira em Itapipoca!!!
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Itapipoca, cidade de históricos carnavais, berço de brincantes e foliões que fazem da rua espaço de encontro e celebração através de Blocos Carnavalescos, Escolas de Samba e de seu Maracatu Tradicional, rua que vira palco de espetáculos populares que contagiam desde a criança ao idoso: todos vibram na batida do tambor! Ecoa o canto ancestral e manifesta-se a dança miscigenada! Muito mais do que no dia 7 de Setembro mostramos no Carnaval o quanto somos brasileiros!
A Cia Balé Baião e a Associação de Artes Cênicas de Itapipoca (AARTI), atenta e interessada pelas genuínas expressões culturais de Itapipoca, vem se comprometendo em realizar ações que preservem, difundam e fortaleçam o Carnaval de Rua, sobretudo as manifestações de origem afro-brasileira. Desde o início da década de 90 a Cia Balé Baião vem contribuindo com montagens de coreografias e alas dentro de Escolas de Samba e mais recentemente no Maracatu AZ de Espadas. Dentro dessa trajetória contribuiu com a “Aquarela do Samba” durante cinco anos e com a “Vila da Imperatriz” durante seis anos. No Maracatu AZ de Espadas vem participando e dirigindo Cordões de 2004 a 2011.
Esse ano de 2012, a entidade AARTI através de seus núcleos de dança e percussão vai sair na rua no desfile oficial do Carnaval de Itapipoca com um bloco afro-brasileiro chamado “AFRO BAIÃO” integrando adolescentes, jovens e adultos que se interessam pela arte e cultura de origem afro, especificamente por dança, canto e percussão.

O que seria um Bloco?
No Brasil, Bloco carnavalesco é um termo usado para definir diversos tipos de manifestações carnavalescas populares, sendo geralmente usado para designar, de modo genérico, diversos tipos de agremiações de carnaval.
E Bloco Afro?
São blocos que utilizam em sua indumentária, ritmo e letra aspectos das culturas africanas, utilizando um conjunto percussivo somado a vestimentas cuja temática das estampas estabelecem ligação com a África.
O primeiro bloco afro criado no Brasil foi o Ilê Aiyê, no ano de 1974 por Vovô, inaugurando assim uma mudança do carnaval de Salvador com a inserção da musicalidade africana.
AFRO BAIÃO, expressão que traz à tona nosso estado de negritude essencialmente impregnado em nossa história de povo mestiço. Somos afrodescendentes não somente pela cor que revelamos, mas sobretudo pela história escrita através de nossos antepassados, história até hoje viva em nosso cotidiano urbano e interiorano, história que se revela no suingue e no bailado do corpo moreno, mulato, mestiço, nas pulsações frenéticas provocadas pelo atabaque, no som que dilata nossos movimentos e nos transformam em elementos da natureza: em terra, água, fogo e ar!
A palavra “baião” vem de “baiar”, de “bailar”, dançar de forma harmoniosa e cadenciada.
Somos convidados pelo som do tambor a festejar nossa ancestralidade e afro-descendência no Bloco Afro Baião de Itapipoca, e assim fazer valer nosso Carnaval e nossa brasilidade, com beleza, poesia e cumplicidade!

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Núcleos participantes-convidados: Projetos ABC Padrão, Pólo de Atendimento, AABB Comunidade, SOPRAFI, MAIS EDUCAÇÃO e ARTE NA ESCOLA;
Núcleos mentores: Balé Baião Jovem e Escola de Dança Balé Baião;
Direção coreográfica: Edilene Soriano, Edileusa Inácio, Renato Oliveira, Vaneila Ramos e Nirla Maria;
Direção musical: Marcelo Alcântara e Júnior Viana;
Registro audiovisual: Cacheado Braga;
Direção Geral: Gerson Moreno.
Realização: Ponto de Cultura Galpão da Cena - Associação de Artes Cênicas de Itapipoca – AARTI.

sábado, 12 de novembro de 2011

NOITE DE AFRICANIDADES NO ARTE CASEIRA DO GALPÃO DA CENA!
Dia 18 de Novembro a partir das 20hs, acontece mais uma edição do Arte Caseira no Galpão da Cena do Balé Baião, com apresentações de dança afro-contemporânea, percussão musical, teatro e vídeo-dança.
Em seguida muito Reggae, Samba, Rap, Funk, Axé das antigas e música eletrônica para dançar com DJ ao vivo, bar e budeguita!

Entrada - R$ 2,00.
Venha e traga seu quilombo urbano!
Viva Zumbi dos Palmares! Sempre vivo em nossas lutas, travessias e triunfos coletivos!
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Galpão da Cena: Rua Raimundo Lopes de Sousa N° 331 Coqueiro, Itapipoca-CE
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domingo, 16 de outubro de 2011

Participação da Cia Balé Baião e Baião Jovem na 8a Bienal Internacional de Dança do Ceará!

Dia 20 de Outubro (Circuladança no Cuca Che Guevara - Fortaleza/CE, as 20hs) e dia 05 de Novembro (Bienal Estação Criança/ Festival Ponto.CE
 na Praça Verde do Centro Dragão do Mar, as 17hs) se apresenta o Balé Baião Jovem de Itapipoca com o Espetáculo FINITUDE, MENINICE PARA SEMPRE, sob direção de Gerson Moreno e Viana Júnior.

Sobre o espetáculo...
Inspirado no livro “Sobre o tempo e a Eterna Idade” de Rubem Alves, o Espetáculo “FINITUDE: Meninice para sempre” é um tributo à infância, aos meninos e meninas de todas as idades que povoam interiores e capitais.

A pesquisa desse trabalho iniciou em 2005 pela iniciativa da Cia Balé Baião de Itapipoca e ganhou corpo em 2006 através da premiação para montagem de espetáculo do II Edital de Incentivo às Artes da Secretaria de Cultura do Estado do Ceará (SECULT). Durante quatro meses se estudou psicologia das idades, brincadeiras tradicionais populares x novas tecnologias, técnica de clown e improvisação na dança com uso de objetos cênicos. O resultado é um espetáculo de dança contemporânea para todas as idades que unifica em cena o súbito e a poesia do contato-improvisação, o lúdico e o expressivo do clown e a presença cênica do artista performático.

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Sinopse

Brincar...

Doravante escolher idades felizes e ofícios divertidos

Deixar-se encantar na roda, no pega-pega, no quintal e no quarto...

Onde houver brinquedo que seja festa e experimento

Que seja corpo, encontro e traquinagem...

Meninices e poesias efêmeras...

Que seja eterna a idade de brincar

Infinitamente possível seja brincar

Até que se findem relógios, tempos e pulsos...

Até que finito seja o corpo e o movimento.

“Finitude”: porque envelhecemos... Novos ciclos deverão se configurar. “Meninice para sempre”: porque brincar é da natureza humana muito mais que da idade cronológica.

O espetáculo “Finitude: meninice para sempre” é um tributo à criança eterna que trazemos adormecida ou acordada no corpo. Um jogo coreográfico lúdico-poético que funde contato-improvisação, clown e performance, onde “brinquedo e brincar” são as matrizes que norteiam a anti-história construída pelos encontros e ocupações espaciais desenvolvidas em cena pelos bailarinos-criadores do Coletivo Balé Baião Jovem, sob direção coreográfica de Gerson Moreno e assistência técnica de Viana Júnior.

Ficha técnica

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Concepção e direção:

Gerson Moreno

Assistência coreográfica:

Viana Júnior

Criadores-intérpretes:

Yure Oliveira

Patrícia Fernandes

Renato Oliveira

Nirla Maria

Ana Rita

Rafaela Lima

Pergentino Davi

Gil Oliveira

Gidalto Paixão

Trilha Sonora:

Cacheado Braga


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quinta-feira, 5 de maio de 2011

Queremos FORRÓ de VERDADE no Ceará: Campanha contra o sucateamaneto do forró original: Balé Baião está junto nessa!

Chico Cesár arrasando na Paraíba! e nosso Ceará??


Repassando...
As festas juninas estão chegando. Vamos resgatar nossa música autentica ou continuar com esse forró meia boca dessas bandas da moda??
Encaminho a posição assumida pelo cantor e compositor Chico César, atual secretário de cultura da Paraíba.
Leiam e reflitam sobre o assunto.

José Brasil de Matos filho
Educador Musical e Gestor Cultural

+55 88 99134183 - 88481107
http://lattes.cnpq.br/5991066080504386



Nota de Chico César apontando diversas questões importantes sobre a
sua declaração acerca da contratação de artistas nas festividades do São João e refletindo sobre as rádios locais da Paraíba. Qualquer semelhança com as rádios de Pernambuco e com as rádios e festas do Ceará, não passam de mera coincidência
(salvo raras excessões).
Leiam a nota:
“Tem sido distorcida a minha declaração, como secretário de Cultura, de que o Estado não vai contratar nem pagar grupos musicais e artistas cujos estilos nada têm a ver com a herança da tradição musical nordestina, cujo ápice se dá no período junino. Não vai mesmo. Mas nunca nos passou pela cabeça proibir ou sugerir a proibição de quaisquer tendências. Quem quiser tê-los que os pague, apenas isso. O Estado encontra-se falto de recursos e já terá inegáveis dificuldades para pactuar inclusive com aqueles municípios que buscarem o resgate desta tradição. São muitas as distorções, admitamos. Não faz muito tempo vaiaram Sivuca em festa junina paga com dinheiro público aqui na Paraíba porque ele, já velhinho, tocava sanfona em vez de teclado e não tinha moças seminuas dançando em seu palco. Vaias também recebeu Geraldo Azevedo porque ele cantava Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro em festa junina financiada pelo governo aqui na Paraíba, enquanto o público, esperando a dupla sertaneja, gritava “Zezé, cadê você? Eu vim aqui só pra te ver”.
Intolerância é excluir da programação do rádio paraibano (concessão pública) durante o ano inteiro, artistas como Parrá, Baixinho do Pandeiro, Cátia de França, Zabé da Loca, Escurinho, Beto Brito, Dejinha de Monteiro, Livardo Alves, Pinto do Acordeon, Mestre Fuba, Vital Farias, Biliu de Campina, Fuba de Taperoá, Sandra Belê e excluí-los de novo na hora em que se deve celebrar a música regional e a cultura popular”.
Secretário de Estado da Cultura – Chico César

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Oficina/Laboratório ESCRITA EM MOVIMENTO com Joubert Arrais

De 21 a 24 de Abril estará acontecendo em Itapipoca com a Cia Balé Baião a Oficina/Laboratório ESCRITA EM MOVIMENTO com Joubert Arrais.

A oficina se realizará no Galpão da Cena no primeiro momento e terminará em diversos espaços abertos da cidade a se combinar.

Na ocasião Joubert apresentará um exercício performático intitulado "Virar bicho", sábado dia 23, 19h, Galpão da Cena.

Laboratório Escrita em Movimento - A proposta é um laboratório prático sobre a ação cotidiana de documentar o presente para o presente, entendendo documentação como expressão artística de sensibilidades para uma escrita que é corpo em movimento. Ao longo dos dias, serão também realizadas caminhadas experimentais pela cidade, organizando rotas comuns para o percurso, com paradas estratégicas, tendo como referência o trabalho com pessoas e lugares do Centro Em Movimento (c.e.m – Lisboa/Portugal). Esta ação é uma contrapartida do apoio do Ministério da Cultura, via Edital de Intercâmbio e Difusão Cultural 2010, para a realização da “Residência Em Movimento”, de janeiro a março de 2011, no centro artístico supracitado.

Joubert Arrais é artistapesquisador e crítico de dança. Mestre em Dança pela Universidade Federal da Bahia (PPGDanca/UFBA) e bacharel em Comunicação Social - Jornalismo pela Universidade Federal do Ceará (UFC), com formação artística pelo Centro Em Movimento - c.e.m (2009/2010). Atua em ações colaborativas de Dança, de natureza artístico-acadêmica, com ênfase na investigação de Corpo, Movimento, Escrita Crítica, Performance e Cidade, como a pesquisa experimental "Sambarroxé" (2008-2009), o vídeodança "Cavalo Marinho V ou No meu sertão tem mar" (2008), a performance de dança "Eu danço Sambarroxé" (2011) e a pesquisa de movimento "Virar Bicho" (2010-2012). É coordenador do comitê temático Produção de Discurso Crítico sobre Dança, da Associação Nacional de Pesquisadores em Dança - ANDA (Gestão 2011-12). Foi artistaresidente do Projeto Colaboratório 2010, promovido pela Associação Panorama de Dança – RJ, em parceria com o Núcleo Dirceu - PI, com subvenção da União Européia. Colabora com a imprensa cearense há sete anos e, desde 2008, escreve no www.enquantodancas.blogspot.com .